<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt">DETRAÇÃO PENAL</dc:title><dc:identifier>https://tesjmu.stm.jus.br/tesjmu/vocab/?tema=3791</dc:identifier><dc:language>pt</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt">STM</dc:publisher><dcterms:created>2016-09-27 14:52:48</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://tesjmu.stm.jus.br/tesjmu/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt">Tesauro da Justiça Militar da União - TesJMU</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt"><![CDATA[ <p>Detra&ccedil;&atilde;o - Trata-se de c&ocirc;mputo na pena privativa de liberdade e na medida de seguran&ccedil;a do tempo de pris&atilde;o provis&oacute;ria, administrativa e em manic&ocirc;mio judici&aacute;rio.</p>
<p>art. 42 do C&oacute;digo Penal, que disp&otilde;e que:</p>
<p>&ldquo;Computam‑se, na pena privativa de liberdade e na medida de seguran&ccedil;a, o tempo de pris&atilde;o provis&oacute;ria, no Brasil ou no estrangeiro, o de pris&atilde;o administrativa e o de interna&ccedil;&atilde;o em qualquer dos estabelecimentos referidos no artigo anterior&rdquo;.</p>
<p>&nbsp;&ldquo;A detra&ccedil;&atilde;o &eacute; o instituto jur&iacute;dico mediante o qual computam-se, na pena privativa de liberdade e na medida de seguran&ccedil;a, o tempo de pris&atilde;o provis&oacute;ria, no Brasil ou no estrangeiro, o de pris&atilde;o administrativa e o de interna&ccedil;&atilde;o em qualquer dos estabelecimentos referidos no art. 41 do C&oacute;digo Penal&rdquo;.</p>
<p>A doutrina n&atilde;o guarda diverg&ecirc;ncias ao conceituar a detra&ccedil;&atilde;o penal, seguindo o conceito apresentado pela lei. Na vis&atilde;o de Rog&eacute;rio Greco em seu "C&oacute;digo Penal Comentado" 2009, p. 108).</p>
<p>Por for&ccedil;a da Lei 12.736, de 30 de novembro de 2012, o art. 387, do C&oacute;digo de Processo Penal, passou a contar com novo par&aacute;grafo, com a seguinte reda&ccedil;&atilde;o:&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Art. 387 (...)&nbsp;</p>
<p>&ldquo;&sect; 2&ordm; O tempo de pris&atilde;o provis&oacute;ria, de pris&atilde;o administrativa ou de interna&ccedil;&atilde;o, no Brasil ou no estrangeiro, ser&aacute; computado para fins de determina&ccedil;&atilde;o do regime inicial de pena privativa de liberdade.&rdquo;</p> ]]></dc:description></metadata>