<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="http://tesjmu.stm.jus.br/tesjmu/vocab/">DANO À VIDA DE RELAÇÃO</topic></authority><related type="other"><topic>RESPONSABILIDADE CIVIL</topic></related><related type="other"><topic>DANO ESTÉTICO</topic></related><related type="other"><topic>DANO À IMAGEM</topic></related><related type="other"><topic>INDENIZAÇÃO</topic></related><related type="broader"><topic>DANO MORAL</topic></related> <note xml:lang="pt"><![CDATA[ <p>O dano &agrave; vida de rela&ccedil;&atilde;o (danno in rapporto alla vitta di relazione) consiste em contribui&ccedil;&atilde;o do direito italiano &agrave; responsabilidade civil, no campo dos danos pessoais. Esse tipo de dado n&atilde;o implica, de modo algum, a perda da capacidade laborativa do indiv&iacute;duo, no sentido estrito da rela&ccedil;&atilde;o empregat&iacute;cia ou da atividade que vincula capital e trabalho.</p>
<p>Ele consiste na redu&ccedil;&atilde;o em maior ou menor grau da capacidade humana de conviver e desenvolver atividades nos diversos segmentos que comp&otilde;em a vida social.</p>
<p>CARNEIRO, Maria Francisca. Por uma epistemologia da pesquisa comparativa do dano moral. Themis. Fortaleza. v. 3. n. 1. P. 61-87. 2000. Dispon&iacute;vel em: http://revistathemis.tjce.jus.br/index.php/THEMIS/article/viewFile/307/288 Acesso em 10 nov. 2016.</p> ]]></note></mads>